Farmácia Portela

O NOSSO BLOG

Outubro Rosa - prevenir também é cuidar

O NOSSO BLOG

Outubro Rosa - prevenir também é cuidar

POSTS RELACIONADOS

INFORMAÇÕES RELEVANTES

Deve ler cuidadosamente todas as informações constantes da embalagem do medicamento e do seu folheto informativo e, em caso de dúvida ou de persistência de sintomas, deve consultar o seu médico ou farmacêutico.

Outubro Rosa: prevenir também é cuidar

Todos os anos, o mês de outubro veste-se de cor de rosa para nos lembrar de algo que não deve ficar esquecido nos restantes meses do ano: cuidar da saúde.

Isso também significa estar atento, conhecer o nosso corpo e não adiar consultas ou exames importantes.

O Outubro Rosa é uma campanha de sensibilização para a prevenção e diagnóstico precoce do cancro da mama, uma das doenças oncológicas mais frequentes nas mulheres. Falar sobre o tema é importante não só para partilhar informação, mas também para incentivar uma atitude mais consciente em relação à saúde.

O que é o cancro da mama?

O cancro da mama ocorre quando algumas células da mama começam a multiplicar-se de forma descontrolada, podendo formar um tumor.

Embora seja significativamente mais frequente nas mulheres, também pode ocorrer nos homens, representando apenas 1% de todos os casos. Apesar da menor incidência, qualquer alteração mamária no homem deve ser devidamente valorizada e investigada.

Existem diferentes tipos de cancro da mama e a sua evolução pode variar. Por isso, não existe uma única manifestação ou sinal que permita identificar a doença.

É precisamente aqui que a vigilância e o acompanhamento da saúde assumem um papel importante.

Quais são os sintomas a que devemos estar atentos?

Conhecer o nosso corpo ajuda-nos a identificar alterações que não são habituais.

Alguns sintomas que merecem atenção incluem:

  • Aparecimento de um nódulo ou endurecimento na mama ou na axila;
  • Alterações no tamanho ou forma da mama;
  • Alterações na pele, aréola ou no mamilo, como vermelhidão, gretas, inchaço ou pele com aspeto “casca de laranja”;
  • Secreção ou perda de líquido pelo mamilo, principalmente se for sangue;
  • Retração do mamilo;
  • Dor persistente.

Ter um destes sintomas não significa necessariamente ter cancro da mama. Muitas alterações mamárias podem ter outras causas. No entanto, quando algo muda e permanece, é importante procurar aconselhamento com um profissional de saúde.

Conhecer o nosso corpo também é prevenção

Conhecer o próprio corpo e estar atenta às suas características habituais é um passo importante na prevenção. Embora não seja necessário viver em constante estado de alerta, é essencial conhecer o aspeto e a forma habitual das mamas.

O chamado autoexame da mama pode ajudar a reconhecer alterações. O objetivo não é fazer um diagnóstico em casa, mas perceber quando existe alguma mudança que deve ser avaliada por um profissional de saúde.

Ao conhecer o que é normal para si, torna-se mais fácil perceber quando alguma coisa mudou.

E não se esqueça: uma alteração sem dor também merece atenção.

Rastreio: porque é tão importante?

O diagnóstico precoce pode fazer uma diferença significativa na abordagem e no tratamento do cancro da mama.

Por isso, o rastreio tem um papel fundamental, permitindo identificar alterações numa fase em que ainda podem não existir sintomas.

A realização de exames de rastreio deve seguir as recomendações das autoridades de saúde e ter em conta fatores como a idade, o risco individual e o historial clínico e familiar.

A mamografia é um dos principais exames utilizados no rastreio do cancro da mama.

Dependendo da situação, o médico poderá também recomendar outros exames, como uma ecografia ou outros métodos de avaliação.

O mais importante é não assumir que, por não existirem sintomas, não é necessário acompanhamento.

Existem fatores de risco?

Existem vários fatores que podem aumentar o risco de desenvolver cancro da mama. Alguns não podem ser alterados, como a idade, determinados fatores genéticos ou o historial familiar.

Outros estão relacionados com fatores comportamentais e de estilo de vida como:

  • Excesso de peso, sobretudo após a menopausa;
  • Consumo de bebidas alcoólicas;
  • Sedentarismo.

Ter um ou mais fatores de risco não significa que uma pessoa irá desenvolver cancro da mama. Da mesma forma, muitas pessoas diagnosticadas não apresentam fatores de risco conhecidos.

Por isso, o acompanhamento regular continua a ser importante.

E se existir histórico familiar?

Ter familiares próximos com cancro da mama pode aumentar o risco, sobretudo quando existem vários casos na família ou diagnósticos em idades mais jovens.

Nestes casos, é importante partilhar o historial familiar com o médico. Dependendo da situação, poderá ser recomendado um acompanhamento diferente ou uma avaliação especializada.

Conhecer a história da nossa família também faz parte de cuidar da nossa saúde.

Um lembrete que não deve ficar em outubro

O Outubro Rosa ajuda a colocar o cancro da mama no centro da conversa, mas a prevenção não deve ser sazonal.

Marcar aquela consulta que está a ser adiada, esclarecer uma dúvida, conhecer o historial familiar ou fazer o rastreio recomendado são gestos simples que podem fazer parte dos nossos cuidados de saúde.

Este mês, aproveite o lembrete. Mas continue a cuidar de si depois de outubro.

A farmácia pode ser também um primeiro ponto de contacto para esclarecer dúvidas de saúde, orientar e encaminhar para os cuidados adequados sempre que necessário.

Se notar alguma alteração na mama ou tiver alguma preocupação, não adie o aconselhamento de um profissional de saúde.

Este artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica ou farmacêutica. Em caso de dúvida ou perante qualquer alteração, procure aconselhamento junto de um profissional de saúde.

Visite-nos! Estamos disponíveis para o que precisar, quando precisar, 24 horas por dia, 365 dias por ano.

POR: Joana Sequeira (Farmacêutica, Farmácia Correia)

Gostou? Partilhe com os seus amigos!

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin

Outubro Rosa: prevenir também é cuidar

Todos os anos, o mês de outubro veste-se de cor de rosa para nos lembrar de algo que não deve ficar esquecido nos restantes meses do ano: cuidar da saúde.

Isso também significa estar atento, conhecer o nosso corpo e não adiar consultas ou exames importantes.

O Outubro Rosa é uma campanha de sensibilização para a prevenção e diagnóstico precoce do cancro da mama, uma das doenças oncológicas mais frequentes nas mulheres. Falar sobre o tema é importante não só para partilhar informação, mas também para incentivar uma atitude mais consciente em relação à saúde.

O que é o cancro da mama?

O cancro da mama ocorre quando algumas células da mama começam a multiplicar-se de forma descontrolada, podendo formar um tumor.

Embora seja significativamente mais frequente nas mulheres, também pode ocorrer nos homens, representando apenas 1% de todos os casos. Apesar da menor incidência, qualquer alteração mamária no homem deve ser devidamente valorizada e investigada.

Existem diferentes tipos de cancro da mama e a sua evolução pode variar. Por isso, não existe uma única manifestação ou sinal que permita identificar a doença.

É precisamente aqui que a vigilância e o acompanhamento da saúde assumem um papel importante.

Quais são os sintomas a que devemos estar atentos?

Conhecer o nosso corpo ajuda-nos a identificar alterações que não são habituais.

Alguns sintomas que merecem atenção incluem:

  • Aparecimento de um nódulo ou endurecimento na mama ou na axila;
  • Alterações no tamanho ou forma da mama;
  • Alterações na pele, aréola ou no mamilo, como vermelhidão, gretas, inchaço ou pele com aspeto “casca de laranja”;
  • Secreção ou perda de líquido pelo mamilo, principalmente se for sangue;
  • Retração do mamilo;
  • Dor persistente.

Ter um destes sintomas não significa necessariamente ter cancro da mama. Muitas alterações mamárias podem ter outras causas. No entanto, quando algo muda e permanece, é importante procurar aconselhamento com um profissional de saúde.

Conhecer o nosso corpo também é prevenção

Conhecer o próprio corpo e estar atenta às suas características habituais é um passo importante na prevenção. Embora não seja necessário viver em constante estado de alerta, é essencial conhecer o aspeto e a forma habitual das mamas.

O chamado autoexame da mama pode ajudar a reconhecer alterações. O objetivo não é fazer um diagnóstico em casa, mas perceber quando existe alguma mudança que deve ser avaliada por um profissional de saúde.

Ao conhecer o que é normal para si, torna-se mais fácil perceber quando alguma coisa mudou.

E não se esqueça: uma alteração sem dor também merece atenção.

Rastreio: porque é tão importante?

O diagnóstico precoce pode fazer uma diferença significativa na abordagem e no tratamento do cancro da mama.

Por isso, o rastreio tem um papel fundamental, permitindo identificar alterações numa fase em que ainda podem não existir sintomas.

A realização de exames de rastreio deve seguir as recomendações das autoridades de saúde e ter em conta fatores como a idade, o risco individual e o historial clínico e familiar.

A mamografia é um dos principais exames utilizados no rastreio do cancro da mama.

Dependendo da situação, o médico poderá também recomendar outros exames, como uma ecografia ou outros métodos de avaliação.

O mais importante é não assumir que, por não existirem sintomas, não é necessário acompanhamento.

Existem fatores de risco?

Existem vários fatores que podem aumentar o risco de desenvolver cancro da mama. Alguns não podem ser alterados, como a idade, determinados fatores genéticos ou o historial familiar.

Outros estão relacionados com fatores comportamentais e de estilo de vida como:

  • Excesso de peso, sobretudo após a menopausa;
  • Consumo de bebidas alcoólicas;
  • Sedentarismo.

Ter um ou mais fatores de risco não significa que uma pessoa irá desenvolver cancro da mama. Da mesma forma, muitas pessoas diagnosticadas não apresentam fatores de risco conhecidos.

Por isso, o acompanhamento regular continua a ser importante.

E se existir histórico familiar?

Ter familiares próximos com cancro da mama pode aumentar o risco, sobretudo quando existem vários casos na família ou diagnósticos em idades mais jovens.

Nestes casos, é importante partilhar o historial familiar com o médico. Dependendo da situação, poderá ser recomendado um acompanhamento diferente ou uma avaliação especializada.

Conhecer a história da nossa família também faz parte de cuidar da nossa saúde.

Um lembrete que não deve ficar em outubro

O Outubro Rosa ajuda a colocar o cancro da mama no centro da conversa, mas a prevenção não deve ser sazonal.

Marcar aquela consulta que está a ser adiada, esclarecer uma dúvida, conhecer o historial familiar ou fazer o rastreio recomendado são gestos simples que podem fazer parte dos nossos cuidados de saúde.

Este mês, aproveite o lembrete. Mas continue a cuidar de si depois de outubro.

A farmácia pode ser também um primeiro ponto de contacto para esclarecer dúvidas de saúde, orientar e encaminhar para os cuidados adequados sempre que necessário.

Se notar alguma alteração na mama ou tiver alguma preocupação, não adie o aconselhamento de um profissional de saúde.

Este artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica ou farmacêutica. Em caso de dúvida ou perante qualquer alteração, procure aconselhamento junto de um profissional de saúde.

Visite-nos! Estamos disponíveis para o que precisar, quando precisar, 24 horas por dia, 365 dias por ano.

POR: Joana Sequeira (Farmacêutica, Farmácia Correia)

Gostou? Partilhe com os seus amigos!

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin

INFORMAÇÕES RELEVANTES

Deve ler cuidadosamente todas as informações constantes da embalagem do medicamento e do seu folheto informativo e, em caso de dúvida ou de persistência de sintomas, deve consultar o seu médico ou farmacêutico.

POSTS RELACIONADOS

REGISTER

Your personal data will be used to support your experience throughout this website, to manage access to your account, and for other purposes described in our privacy policy.